23 de fev de 2010

Sinto um novo sabor, ainda doce, lógico!
O gosto da recipro- cidade que tira o amargo do qual me alimentei por alguns meses.

Após um final de semana turístico, conhecendo museus e perambulando pelos pubs de Dublin, eu poderia até ter a pretensão de dizer que sou capaz de escrever um livro.
Eu poderia escrever citando algumas das melhores qualidades que alguém pode ter, usando exemplos reais vivenciados por mim.
Poderia descrever cada reconhecimento de gestos e ações, e de como me apaixono por eles pelo menos uma vez por dia.

Tenho mais de 100 itens qualificados que um certo ser foi me mostrando ao longo dos anos.
Isso levando em conta onde tudo começou, o cartaz com seu nome alguns anos atrás, lá por volta dos anos dourados de pura festa, literatura e vinho barato; quando resolvemos pegar o mesmo ônibus rumo à um caminho que não sabíamos, mas que não teria mais volta: a amizade.

Não querendo fazer muita propaganda e não ousando em dizer que ele se supera (e me surpreende) a cada minuto, somos alvos de inveja.
O que o tempo uniu a distância não conseguiu separar. Essa distância se faz presente no dia a dia, mas ausente em nossos sentimentos.
Os sentimentos são sempre à flor da pele; conselhos de irmão, xingão de pai... Proteção de um anjo.

Um comentário:

Carlos Carreiro disse...

Embora eu visite esse post de vez em quando para ler e reler. E isso é bom de escrever, fica registrado e a gente pode voltar sempre que sentir falta.
Mas há muito que eu queria responder com um outro post. Decidi fazer quando eu cheguei, mas preferi esperar mais mês :-)
Pra dizer que é muito bom estar aqui na Irlanda e que você estava certa "O que o tempo uniu a distância não conseguiu separar. Essa distância se faz presente no dia a dia, mas ausente em nossos sentimentos."

O tempo voa -> http://carreiro.blogspot.com/2011/04/o-tempo-voa.html