26 de mai de 2011

porque tem coisas que eu gosto. e coisas que eu não gosto. e algumas - duas ou três - que eu detesto. que nada nunca foi fácil. e que nada e nunca não faz parte de mim. assim como a dúvida me irrita. dúvida deveria ser extinguida da vida dos cidadãos de bem. e aos cidadãos de mau não desejo nada, nem mau. e que já que tudo tem seu preço, o preço de mim é a saudade. o preço da minha felicidade. que se torna tortura sempre que lembro de casa. e que o conceito de casa é relativo, já que aqui eu tenho uma casa. mas queria aquela casa de sempre. e para sempre. e alguém me disse que para sempre é muito tempo. e que tempo é dinheiro. e que dinheiro não preenche espaço vazio. e nesse espaço cabe amor. amor esse que não conheci. ainda.

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